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martes, 6 de octubre de 2020

Manual de Urgências em Odontopediatria

Odontopediatria

Em caso de emergência em odontopediatria podemos atender casos de pulpite, infecções odontogênicas, traumas, etc. Cada um deles merece um tratamento levando em consideração a idade do paciente.

Os procedimentos durante a emergência devem ser imediatos para poder aliviar a dor o mais rápido possível. Caso o paciente não colabore, outros tipos de medidas serão levadas em consideração para a realização do tratamento.

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Compartilhamos com a comunidade odontológica um manual de emergência em odontopediatria, que contém tópicos como tratamento de pulpite, necrose pulpar e trauma em dentes decíduos.

Endodontia




Machado, Cíntia - Manual de urgências em odontopediatria / Cíntia Machado, Fernanda Lyrio, autores. – Salvador : SANAR, 2019.

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miércoles, 30 de septiembre de 2020

Existe bruxismo infantil? Qual é o seu tratamento?

Bruxismo

O bruxismo é um ato involuntário e inconsciente que consiste em cerrar ou ranger os dentes e, embora muito poucos saibam disso, também afeta as crianças.

Em geral, o bruxismo em crianças desaparece por volta dos 6 anos de idade e está relacionado a estados emocionais alterados, por isso a consulta é importante.

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O cuidado precoce e a avaliação em crianças podem evitar consequências graves do bruxismo, como o desgaste anormal dos dentes. Compartilhamos com vocês dois interessantes vídeos da Dra. Cláudia Machado que explicam em detalhes o que é bruxismo em crianças.

Bruxismo


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Fonte: Youtube / Dra. Cláudia Machado


Fonte: Youtube / Dra. Cláudia Machado

miércoles, 16 de septiembre de 2020

Treino Grátis - Terapia pulpar em Odontopediatria I - Artigos odontológicos, dicas, vídeos e muito mais

Terapia pulpar em Odontopediatria

A terapia pulpar é chamada de tratamentos que são realizados na polpa dentária, quando esta é afetada por cáries ou algum trauma. O objetivo é manter o dente na boca e assim preservar o espaço da arcada dentária.

Os tratamentos que são realizados em odontopediatria são: recobrimentos pulpares, pulpotomias e pulpectomias. Antes de realizar alguns desses procedimentos, deve haver uma boa avaliação clínica e radiográfica.

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Disponibilizamos para a comunidade odontológica uma série de artigos odontológicos, artigos em PDF e vídeos sobre este assunto emocionante para eles compartilharem com colegas e pacientes.


🎯Artigos científicos, artigos em PDF, vídeos e mais abaixo



Tratamento de canal em crianças: é possível?

Quando é indicada uma pulpectomia?

Terapia Endodôntica em Dentes Decíduos por Odontopediatras

Emergências Endodônticas em Dentes Decíduos

Terapia pulpar em dentes decíduos: possibilidades terapêuticas baseadas em evidências

Terapia pulpar em dentes decíduos: possibilidades terapêuticas baseadas em evidências

Endodontia

O objetivo principal de um tratamento pulpar é restaurar e salvar o dente afetado por um processo infeccioso ou por algum trauma dentário que comprometa a saúde da polpa dentária. Os tratamentos considerados como terapias pulpares são: pulpotomia e pulpectomia.

A pulpotomia é um procedimento conservador e frequente na prática clínica, atualmente utilizando materiais mais biocompatíveis que garantem maior sucesso nos tratamentos.

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O objetivo dos materiais utilizados na pulpotomia é contribuir para o reparo natural da polpa dentária. Nesse processo de modernização os materiais também são incluídos sulfato férrico, hidróxido de cálcio, agregado trióxido mineral (MTA), porto e cimento (PC), técnicas eletrocirúrgicas e, mais recentemente, o uso de laser de baixa intensidade, que teve repercussões no tratamento dos tecidos da cavidade oral.

Endodontia


O objetivo desta revisão sistemática é discutir, com base em evidências científicas, alternativas para o tratamento da pulpotomia em dentes decíduos humanos.



° Lourenço Neto, Natalino, Fernandes, Ana Paula, Marques, Nádia Carolina Teixeira, Sakai, Vivien Thiemy, Moretti, Ana Beatriz da Silveira, Machado, Maria Aparecida de Andrade Moreira, Abdo, Ruy Cesar Camargo, & Oliveira, Thaís Marchini. (2013). Terapia pulpar em dentes decíduos: possibilidades terapêuticas baseadas em evidências. Revista de Odontologia da UNESP, 42(2), 130-137. https://doi.org/10.1590/S1807-25772013000200011

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miércoles, 19 de agosto de 2020

Emergências Endodônticas em Dentes Decíduos

Endodontia

CONDIÇÕES PULPARES EMERGÊNCIAIS MAIS COMUN

1. Hiperemia : É uma condição patológica reversível da polpa, onde há aumento anormal do suprimento sangüíneo, devido ao início de um processo inflamatório agudo.

Como já foi visto, este processo se caracteriza por dor intermitente que dura mais ou menos um minuto e que é originada vor estímulo através da ingestão de alimentos doces, ácidos e principalmente frios.

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Normalmente a hiperemia está associada a cárie profunda, e a conduta clínica está na remoção total ou parcial do tecido cariado e colocação de cimento sedativo à base de óxido de zinco e eugenol, possibilitando que a polpa retome a seu estado normal, com remissão dos sintomas, isto se as condições gerais da criança estiverem favoráveis e o ciclo biológico do dente permitir a recuperação pulpar.

2. Pulpite Aguda : Quando a inflamação da polpa se intensifica. passando para o estado de inflamação de transição ou estágios iniciais de irreversibilidade de recuperação, onde a dor pode ser manifestada por períodos de dor intermitente, forte ou suave, que geralmente é originado por mudança brusca de temperatura.

É válido a tentativa de tratamento através de pulpotomia. que após anestesia parcial, isolamento absoluto. remoção do teto da câmara pulpar, pulpotomia propriamente dita (retirada de toda polpa coronária, expondo a entrada dos canais radiculares), que deve ser executada com curetas novas e afiadas, hemostasia e colocação da pasta GUEDES-PINT0 no assoalho da câmara e completar com óxido de zinco e eugenol.

Ortodontia


Quando a dor se inicia espontaneamente e é mais severa quando a criança fica na posição horizontal, devido ao aumento da pressão sangüínea na região da cabeça e consequentemente na polpa.

Na maioria das vezes o dente afetado apresenta dor localizada e cavidade de cárie muito ampla e profunda, entretanto, outras vezes o diagnóstico pode ser dificultado, por apresentar dor difusa e reflexa. Para identificação do dente afetado, são úteis as aplicações dos exames rotineiros de avaliação do estado pulpar.

O tratamento emergência da pulpite, nestes estados mais avançados, em dentes decíduos consiste em fazer a anestesia parcial, isolamento absoluto com dique de borracha e abertura da câmara pulpar de forma ampla e, com curetas esterilizadas retirar a polpa coronária e restos necróticos, irrigar com líquido de Dakin.

Em seguida é feita a secagem da câmara pulpar e a localização da entrada dos canais e executar o tratamento na mesma sessão conforme a técnica de pulpectomia preconizada por GUEDES-PINT0, ou se-necessário, com lima tipo Kerr compatível com o diâmetro do canal, fazer remoção do tecido pulpar radicular, irrigação com tergentol-furacin e sua secagem com pontas de papel esterilizadas, curativo com um penso de algodão embebido com paramonoclorofenol canforado ou tricresolformalina (sem excesso), selamento provisório com imelÚo de óxido de zinco e eugenol e numa próxima consulta, continua-se o tratamento de rotina.

3. Abscesso Dentoalveolar Agudo : Após a necrose do tecido pulpar de um dente decíduo, a contaminação e o processo infeccioso se estendem aos tecidos e sustentação dos dentes, formando o abscesso dentoalveolar, enominados também, abscesso apical agudo, abscesso radicular agudo, abscesso periodontal apical agudo.

O abscesso em um dente decíduo em geral se evidencia por infecção mais difusa, e o tecido circundante é menos capaz de isolar o processo. A maioria das infecções endodônticas é mista e polimicrobiana, e qualquer microrganismo da cavidaio oral, nasofaringe ou trato intestinal pode afetar um canal radicular, sendo os mais freqüentes os (-hemolítico Streptococci, (-Streptococci e anaeróbios com Fusobateriurn cleatum, e em menor número os Stafilococcus Epidermes e Stafilococcus Aureus.

Nos últimos anos, aumentou o interesse no papel dos microrganismos anaeróbios, na ocorrência de inflamação e dor, onde estes podem ser responsáveis pela inibição de quimiotaxia neutrofilica e fagocitose, interferência com sensibilidade à antibiótico e na produção de enzimas e endotoxinas nas infecções radiculares, entretanto, na maioria das vezes são susceptíveis ao metronidazol e aos antibióticos utilizados na prátíca odontológica.

Para aqueles microrganismos que por ventura resistirem dentro dos canais, serão expostos à ação dos fármacos utilizados na biomecânica e selamento dos canais, utilizados na terapia pulpar.

Estudos evidenciam a ação positiva de diferentes medicamentos. especialmente o paramonoclorofcnol canforado, furacin, hidróxido de cálcio e iodofórmio, sobre os microrganismos existentes dentro dos canais radiculares de dentes decíduos.

A virulência dos microrganismos e a capacidade dos tecidos em reagir à infecção provavelmente determinarão a condição aguda ou crônica do processo.

O abscesso dentoalveolar agudo é caracterizado por dor intensa e inchaço localizado. A dor geralmente se inicia de forma moderada e aumenta de intensidade com o passar do tempo.

O dente apresenta-se, bastante sensível ao toque, à mastigação e ao calor; o aparecimento de febre é comum, confomle a tumefação aumenta, o dente fica com mobilidade.

Para alívio dos sintomas agudos, o estabelecimento de drenagem, quando possível, é feito Rela abertura ampla da câmara pulpar do dente afetado, onde haverá liberação da pressão exerci dá pelo líquido e/ou gases acumulados. Esta descarga purulenta tem odor desagradável devido a presença de metabólitos bacterianos como a amônia, uréia e aminoácidos.

Na maioria dos casos a drenagem é feita natural c imediatamente, entretanto, outras vezes, há necessidade de desobstruçào dos canais com limas para que possa haver o escoamento. A exodontia ou tratamento endodôntico, conforme a indicação, deve ser instituída tão logo haja o desaparecimento da tumefação.

Algumas vezes a drenagem não é consegui da via canal e os tecidos moles são envolvidos pelo abscesso agudo. Quando em estado avançado, estes abscessos freqüentemente se rompem espontaneamente e o material purulento é drenado através de urna fistula, que pode ser intra ou extrabucal.

Outras vezes em que a tumefação apresenta~se dura, é recomendado bochecho quente durante 10 minutos a cada hora ou aplicação de luz ultravioleta ou ainda, mais modemamente a utilização de luz Laser, afim de converter o abscesso a um estado mole, ou quando ele se apresenta mole e flutuante, deve-se fazer uma pequena incisão cirúrgica no local de maior concentração de pus (zona esbranquiçada), onde ocorrerá o extravasamento do exsudato e será introduzido o dreno, durante o período de três a sete dias.

A antibioticoterapia deve ser recomendada e após a remissão dos sintomas, a terapia do órgão dental definitiva deverá ser concluída, dependendo de cada caso, ou se faz a terapia endodôntica ou a exodontia.

° Fonte: Nadya Galvão Bengtson / Antonio Lucindo Bengtson - Emergências Endodônticas em Dentes Decíduos

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